Rota dos Monumentos – Évora
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Sé Catedral – A Basílica Sé de Nossa Senhora da Assunção, mais conhecida por Catedral de Évora, ou simplesmente Sé de Évora, apesar de iniciada em 1186 e consagrada em 1204, esta catedral de granito só ficou pronta em 1250. É um monumento marcado pela transição do estilo românico para o gótico, marcado por três majestosas naves.
Palácio da Inquisição – Neste edifício funcionou, de 1655 a 1821, o Tribunal do Santo Ofício, o primeiro a ser criado em Portugal.
Actualmente pertence à Fundação Eugénio de Almeida e funciona como centro de arte e cultura contemporânea.
Templo Romano – O templo romano de Évora, erroneamente conhecido como Templo de Diana, foi construído no Séc. I d. C. em homenagem ao Imperador Augusto, que foi venerado como um deus durante e após o seu reinado.
Convento dos Loios (Igreja se São João Evangelista) – Foi construído no século XV sobre o que restava de um castelo medieval, tendo ficado bastante danificado aquando do terramoto de 1755.
Palácio dos Duques de Cadaval – O palácio está situado na acrópole de Évora. Este palácio, pertencente desde a sua fundação à Casa Cadaval, é constituído pela casa senhorial e pela Igreja dos Lóios, apresentando uma combinação dos estilos mudéjar, gótico e manuelino.
O primitivo palácio surgiu, no século XIV, onde o Fidalgo Martim Afonso de Mello, servidor do Mestre de Avis e descendente da Coroa portuguesa, mandou erguer o Palácio da Torre das Cinco Quinas, nome pelo qual também é conhecido.
A construção desse palácio assentou, em parte, sobre as muralhas romano-visigodas do antigo Castelo de Évora.
Castelo Velho – O Castelo Velho remonta ao período romano-visigodo.
Universidade – A Universidade de Évora foi fundada em 1 de Novembro de 1559 pelo Cardeal D. Henrique, Arcebispo de Évora, mais tarde Rei de Portugal, a partir do Colégio do Espírito Santo. Foi instituída por bula do Papa Paulo IV, como Universidade do Espírito Santo e entregue à Companhia de Jesus, que a dirigiu durante dois séculos. Em 1759 foi encerrada por ordem do Marquês do Pombal, aquando da expulsão dos Jesuítas.
Voltou a ser reaberta em 1973.
Largo das Portas de Moura – A Fonte das Portas de Moura está situada no Largo das Portas de Moura.
Fonte Renascentista de estilo manuelino-mudejar, construída no ano de 1556, atribuída ao arquitecto Diogo da Torralva.
Igreja S. Francisco – A igreja de arquitetura gótico-manuelina, foi construída entre 1480 e 1510.
Segundo a tradição, nesta igreja foi sepultado Gil Vicente, em 1536. A tradição conta ainda que o Convento de São Francisco de Évora terá sido a primeira casa da Ordem Franciscana em Portugal, tendo sido fundada no século XII.
Capela dos Ossos – A Capela dos Ossos é uma das curiosidades deste grande monumento, sendo um dos ex-libris da cidade de Évora. A capela foi construída nos séculos XVI e XVII, no lugar do primitivo dormitório dos frades. A sua construção partiu da iniciativa de três frades franciscanos que queriam proporcionar uma melhor reflexão acerca da brevidade da vida humana. A capela é constituída por ossadas provenientes das sepulturas da igreja do convento e de outras igrejas e cemitérios da cidade. As paredes e parte das abóbadas da capela estão revestidas de milhares de ossos humanos, que ilustram a ideia dos monges fundadores, expressa na frase que encima o pórtico da capela: “Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos”.
Convento de Nossa Senhora da Graça – Popularmente chamado por “Meninos da Graça”, é um importante monumento religioso renascentista da cidade. Este mosteiro, dos frades eremitas calçados de Santo Agostinho, foi fundado em 1511, tendo sido projectado pelo arquitecto da Casa Real Miguel de Arruda.
Apresentando na fachada as famosas figuras atlantes a quem o povo de Évora chama desde há séculos, os “Meninos da Graça”. Sofrendo o golpe da extinção das ordens religiosas, no ano de 1834, o Convento da Graça foi nacionalizado e transformado em Quartel.
Presentemente serve de Messe de Oficiais da guarnição de Évora, sendo a Igreja a Capelania da Região Militar Sul.
Praça do Giraldo – A construção desta praça data de 1571 a 1573. A Praça do Giraldo é um ícone de homenagem a Geraldo Geraldes, o Sem Pavor, pois este conquistou Évora aos mouros em 1167. Em agradecimento por este enorme feito, D. Afonso Henriques nomeou-o alcaide da cidade e fronteiro-mor do Alentejo, região que ajudaria a conquistar. No brasão de Évora podemos ver Geraldo Geraldes com a espada em punho, a cavalo, e a seus pés as cabeças do mouro e a sua filha que residiam no castelo que o guerreiro atacou e onde se apoderou das chaves da cidade.
Na praça existe uma fonte em estilo barroco é de mármore e tem 8 bicas, cada uma associada a cada rua principal da Praça do Giraldo. No topo existe uma coroa. Segundo a história popular, Filipe III de Espanha, em 1619, achou que a fonte era digna de ser coroada.
Igualmente localizada na Praça do Giraldo, encontra-se a Igreja de Santo Antão, mandada construir também por D. Henrique.
Quanto à própria Praça do Giraldo, a antiga Praça Grande de Évora, foi considerada como Monumento Nacional em 1910. Do lado oposto à fonte pode encontrar a atual Agência do Banco de Portugal, antigamente com ligações à Inquisição.
Por baixo das arcadas, que todos procuram pela sua arquitetura e pela sombra que dão, pode encontrar comércio do mais variado, e dois pontos essenciais a visitar: o famoso Café Arcada e a Papelaria Nazaré, a mais antiga de Évora.
Convento de Santa Clara – Esta antiga casa religiosa de freiras Clarissas foi fundada no século XVI, pelo então Bispo de Évora, D. Vasco Perdigão, apresentando algumas características que individualizaram, na época, as diversas casas religiosas alentejanas, como é o caso das pitorescas janelas rendilhadas das torres/mirantes. A igreja apresenta hoje um aspecto barroco.
Devido à extinção das Ordens Religiosas, o convento encerrou em 9 de Maio de 1903, com a morte da última freira, Maria Ludovina do Carmo. Entrou então na posse do Estado, que nele instalou um Quartel de Infantaria entre 1911 e 1936. A partir desta última data, passou a servir de Escola Industrial e depois Preparatória.
Portas de Alconchel
Aqueduto de Água de Prata – É uma complexa obra de engenharia hidráulica renascentista com o objectivo de abastecer a cidade de Évora com água. Inaugurado no ano de 1537, foi edificado no reinado de D. João III e projectado e construído pelo arquitecto régio Francisco de Arruda.
O aqueduto transporta água desde nascentes situadas na Graça do Divor, que têm o seu primeiro princípio na Herdade das Figueiras de Lobo, até à cidade de Évora percorrendo cerca de 18 Km.
O aqueduto é um dos poucos desta época que continua a funcionar na actualidade, contribuindo para o abastecimento da cidade. Devido à forte necessidade de preservação, o Aqueduto entrou para a lista bienal do World Monuments Watch.
Porta da Lagoa
Convento do Calvário – O Convento de Santa Helena do Monte Calvário, conhecido popularmente por Convento do Calvário. Antiga casa religiosa da Ordem de Santa Clara, fundada em 29 de Maio de 1565, pela Infanta D. Maria, filha mais nova do Rei D. Manuel I.
Este convento caracteriza-se pelo seu aspecto pesado e severo, patente na longa fachada contrafortada, influenciado pelas directrizes e mandas do Concílio de Trento.
As freiras deste mosteiro viveram sempre em grande pobreza, nele se conservando ainda o célebre “Sino da Fome”, que as pobres freiras tocavam quando em momentos de grande penúria apelavam à caridade do povo eborense.
O convento encerrou, devido ao Decreto da Extinção lenta das Ordens Monásticas, em 7 de Setembro de 1889, devido à morte da última freira, a abadessa Maria José.
Teatro Garcia de Resende – É um dos mais representativos “teatros à italiana” existentes em Portugal (outros: Teatro de S. Carlos, Coliseu de Lisboa).
O teatro tem o nome do renascentista eborense Garcia de Resende.
A sua inauguração foi no dia 1 de Junho de 1892.
FINAL (Regresso ao ponto de partida)


















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