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Rota dos monumentos – Fora de Évora

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Évora Monte / Estremoz (Castelo) / Borba/ Vila Viçosa (Visita ao Paço Ducal e Castelo) / Bencatel / Redondo / FINAL (Regresso ao ponto de partida)
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Product Description

Évora Monte – Teve foral em 1248. Fez parte do património da Casa de Bragança e pertenceu ao concelho de Vimieiro até à sua extinção em 1846.
Aqui se assinou, em 26 de Maio de 1834 a Convenção de Evoramonte, que pôs termo à guerra civil de 1832-34 travada entre absolutistas e liberais e definiu o exílio do ex. Infante D. Miguel.
À época da Reconquista cristã da península Ibérica, a povoação foi conquistada aos mouros pelas forças portuguesas comandadas pelo lendário Geraldo Sem Pavor, por volta de 1160, ocasião em que o castelo terá tido início.

Estremoz (Castelo) – É conhecida internacionalmente pelas suas jazidas de mármore branco, o chamado Mármore de Estremoz. A exploração do mármore de Estremoz tem uma origem muito antiga, como comprova o Templo romano de Évora, que contém mármore originário de Estremoz. Está também presente no altar-mor da Catedral de Évora.
O castelo de Estremoz é datado do séc. XII, Durante o cerco a Elvas de 1658, e que terminaria com a Batalha das Linhas de Elvas no ano seguinte, foi de Estremoz que partiu a maioria do exército português de socorro.
É, a par de Elvas, uma das mais importantes praças-fortes do Alentejo, principalmente no período da Guerra da Restauração, altura em que serviu também de quartel-general das tropas portuguesas.
É ainda de assinalar o facto de nele ter falecido, em 1336, a rainha Santa Isabel.

Borba – Foi elevada a cidade em 12 de Junho de 2009, tornando-se, assim, a mais pequena a cidade do Alentejo, lugar que era antigamente ocupado pela cidade de Santiago do Cacém, no Alentejo Litoral.
O principal motor de desenvolvimento é a extracção e transformação de mármore. Esta actividade origina uma paisagem única, contrastando as crateras profundas de onde se extrai o denominado “ouro branco” com as enormes escombreiras onde são depositados os excedentes. O nome Borba está também associado à excelência dos vinhos produzidos no concelho pelas diversas unidades vitivinícolas, evidenciada nas medalhas obtidas nos concursos nacionais e internacionais do sector.
Outro ponto forte são os queijos produzidos em Santiago de Rio de Moinhos, os enchidos e o tradicional pão de Borba.
Borba tem um velho ritual que é o “Fazer as 11”. É uma tradição muito antiga desta localidade que é apenas frequentada por homens onde todos obrigatoriamente bebem um pequeno copo de vinho e comem um petisco, trocando conversas sobre os temas que vão marcando os dias pela cidade, muitas vezes acompanhadas de um “fado ou uma cantiga tradicional” improvisada no momento, este ritual inicia-se às 11.00 da manhã.
No contexto da Reconquista cristã da península, Borba foi tomada por D. Afonso II aos mouros em 1217. Para o seu povoamento e defesa, o soberano doou estes domínios à Ordem de São Bento de Avis, determinando a construção do castelo, a expansão da malha urbana a partir do século XIX acarretou a integração dos muros medievais no casario.
Chegaram até aos nossos dias alguns troços da muralha, duas portas (as chamadas Porta do Celeiro e a Porta de Estremoz) e a Torre de Menagem.
Não se pode deixar de reparar na Fonte das Bicas, edificada em 1781, pela Câmara Municipal, esta fonte é Monumento Nacional desde 1910. A Fonte das Bicas tinha o objectivo de ser um monumento a Borba, pelo uso dos mármores, e pela reconstituição do lago onde, segundo a lenda, se achou o barbo que deu o nome à vila.
Pela novidade que trouxe ao Alentejo, a Fonte das Bicas foi modelo para outras fontes monumentais que depois dela surgiram na região.

Vila Viçosa (Visita ao Paço Ducal e Castelo) – Em Vila Viçosa mantiveram-se os duques de Bragança durante vários séculos até à Proclamação da República as suas propriedades e o magnífico Paço Ducal de Vila Viçosa.
É em Vila Viçosa que se encontra a imagem original de Nossa Senhora da Conceição, padroeira e rainha de Portugal, no Santuário Nacional.
Vila Viçosa foi ocupada sucessivamente pelos romanos e muçulmanos. É conquistada para o reino de Portugal em 1217, durante o reinado de D. Afonso II. No século XIV, D. Dinis manda erigir o Castelo de Vila Viçosa.
Em 1461 Vila Viçosa passou a fazer parte do Ducado de Bragança. Em 1500, Jaime I de Bragança foi convidado a regressar à corte por D. Manuel I, sendo-lhe restituídos os títulos e as terras do ducado. Em 1502 com o início da construção do Paço Ducal de Vila Viçosa, Vila Viçosa tornou-se a sede do Ducado de Bragança. Em 1512, Vila Viçosa recebe o foral de D. Manuel I.
Durante o domínio filipino, Vila Viçosa, era sede da maior corte ducal da Península Ibérica. Em 1640, um grupo de conspiradores convenceu o então João II, Duque de Bragança a aceitar o trono de Portugal, tornando-se a 1 de Dezembro de 1640, D. João IV (1640-1656) dando início à Dinastia de Bragança. A partir desta data, Vila Viçosa, perdeu fulgor e tornou-se na residência real de férias.
Em 1646, João IV de Portugal ofereceu a coroa de Portugal a Nossa Senhora da Conceição como agradecimento pela boa campanha da Guerra da Restauração, tornando-se Nossa Senhora da Conceição, Rainha e Padroeira de Portugal. A partir desta data, mais nenhum Rei de Portugal usou a coroa.
Em 1755, Vila Viçosa foi fortemente abalada pelo Terramoto de 1755. No início do século XIX, Vila Viçosa foi saqueada durante as Invasões Francesas.
Com a Proclamação da República a 5 de Outubro de 1910, Vila Viçosa caiu em decadência, devido ao objectivo dos republicanos em apagar todos os vestígios da monarquia. Contudo, na década de 1930, com a exploração dos mármores (Mármore de Estremoz) e abertura do Paço Ducal de Vila Viçosa para turismo, Vila Viçosa começou a modificar-se até aos dias de hoje.

Alandroal – O Alandroal foi fundado em 1298 por D. Lourenço Afonso, Mestre de Avis, e elevado à categoria de vila em 1486, por uma Carta de Foral atribuída por D. João II. Ao concelho do Alandroal foram anexados durante o século XIX, os territórios dos antigos municípios de Terena e Juromenha. A povoação de Vila Real (Villareal), aldeia ribeirinha do Alqueva pertencente a Olivença (sob administração de Espanha) era uma povoação do antigo concelho de Juromenha.
O nome de Alandroal deve-se a neste concelho crescerem aloendros, cuja madeira é usada no artesanato local. Salientam-se ainda os trabalhos feitos em cortiça, pele e chifre.
No Castelo de Alandroal, destacam-se a porta flanqueada por torres e um arco em ferradura, de mármore da região.
O Santuário de Nossa Senhora da Assunção da Boa Nova tem um significado patriótico e religioso. Em 1340 os Mouros invadiram a Andaluzia, e a rainha, mulher de Afonso XI de Castela, mandou ali construir a atual igreja, pela ajuda que o rei prestou ao genro Afonso IV, na batalha do Salado. É um templo gótico do século XIV, ameado e com matacães. Está classificado como monumento nacional.
A 4Km do Alandroal, mais propriamente no serro de São Miguel da Mota, existe um raro templo dedicado à Divindade Pré-Romana Endovélico.
O Endovélico é uma divindade da Idade do Ferro venerada na Lusitânia pré-romana. Deus da medicina e da segurança, de carácter simultaneamente solar e ctónico, depois da invasão romana o seu culto espalhou-se pela maioria do Império Romano, subsistindo por meio da sua identificação com Esculápio ou Asclépio, mas manteve-se sempre mais popular na Península Ibérica, mais propriamente nas províncias romanas da Lusitânia e Bética. O culto de Endovélico sobreviveu até ao século V, até que o cristianismo se espalhou na região.

Terena – O Castelo de Terena, em posição dominante no alto de um monte, integrou a linha de defesa do rio Guadiana, juntamente com os castelos de Juromenha, Alandroal, Monsaraz e Mourão.
As informações documentais mais antigas sobre a povoação datam do reinado de D. Afonso III (1248-1279).

Redondo – Segundo a lenda, a fundação da vila está relacionada com o penedo redondo que existiu no primitivo amuramento medieval. A sua formação administrativa deve-se a D. Afonso III, que segundo alguns historiadores lhe concedeu foral em 1250. Foi fortificada por D. Dinis que lhe outorgou carta foralenga de 1318.

FINAL (Regresso ao ponto de partida)

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